Quem ama sofre, quem sofre luta, quem luta vence: da conjugalidade entre travestis e seus maridos
Este estudo, desenvolvido entre os anos 2009 a 2011, buscou conhecer e analisaralguns elementos que organizam a relação de conjugalidade entre as travestis e seus maridos. Durante dois anos, estabeleceu-se um regime de acompanhamento de três casais que vivem na região metropolitana de Porto Alegre,...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | Sociedade e cultura (Goiânia, Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.ufg.br:article/22397 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/22397 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | travesti conjugalidade relações de gênero sexualidade masculinidade. |
| Sumario: | Este estudo, desenvolvido entre os anos 2009 a 2011, buscou conhecer e analisaralguns elementos que organizam a relação de conjugalidade entre as travestis e seus maridos. Durante dois anos, estabeleceu-se um regime de acompanhamento de três casais que vivem na região metropolitana de Porto Alegre, envolvendo entrevistas e observação participante. Foi possível perceber o complexo jogo de adesão e resistência ao modelo heteronormativo de conjugalidade, produzindo uma agonística de forte tensão. Dois elementos se destacam nas estratégias de aliança entre esses casais:certa circulação de atributos de masculinidade e feminilidade entre as travestis e seus maridos e um conjunto de disposições que ordenam a vida sexual, reificando as tradicionais expectativas de gênero e evitando performances que possam lembrar a relação das travestis com seus clientes na prostituição. |
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