Life expectancy with hearing loss: estimates for Brazil

Objetivo analisar a prevalência da perda auditiva autorreferida em relação à idade, sexo e regiões do Brasil e estimar a expectativa de vida com perda auditiva no Brasil, ao nascer e aos 60 anos, em ambos os sexos. Métodos foi utilizado o Método de Sullivan, combinando a tábua de vida e as prevalênc...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Luzia de Oliveira Belo, Mirela Castro Santos Camargos, Wanderson Costa Bomfim, Patrícia Cotta Mancini
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/79984
Acesso em linha:https://doi.org/10.1590/2317-6431-2022-2677en
http://hdl.handle.net/1843/79984
https://orcid.org/0000-0002-1650-5201
https://orcid.org/0000-0003-1151-3533
https://orcid.org/0000-0001-7066-2868
https://orcid.org/0000-0002-6535-1413
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Life expectancy
Hearing
Hearing loss
Hearing disorders
Quality-adjusted life expectancy
Expectativa de vida
Perda Auditiva
Audição
Pessoas com deficiência auditiva
Descrição
Resumo:Objetivo analisar a prevalência da perda auditiva autorreferida em relação à idade, sexo e regiões do Brasil e estimar a expectativa de vida com perda auditiva no Brasil, ao nascer e aos 60 anos, em ambos os sexos. Métodos foi utilizado o Método de Sullivan, combinando a tábua de vida e as prevalências de perdas auditivas no período, assim como a adoção de dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 e Tábuas de Vida Completas, por sexo, publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Resultados no Brasil, em 2013, a prevalência da perda auditiva aumentou gradativamente a partir dos 60 anos de idade, em ambos os sexos, sendo o masculino o mais afetado pela deficiência auditiva. A expectativa de vida ao nascer era de 71 anos e 2 meses para os homens e de 78 anos e 6 meses para as mulheres. Destes anos de vida, 3,4% (para homens) e 2,8% (para mulheres) eram com perda auditiva. Já aos 60 anos, essa diferença permanece, com expectativa de mais 19,9 anos para os homens e 21,7 anos para as mulheres. Nessa faixa etária, os homens apresentavam taxa de 2,2 anos (11,3%) com perdas auditivas, enquanto, para as mulheres, a taxa era 2,1 anos (9,7%). Conclusão no Brasil, com base nos dados de 2013, observou-se um aumento gradativo da prevalência de perda auditiva a partir dos 60 anos de idade para ambos os sexos. As mulheres apresentam maior expectativa de vida, maior expectativa de vida livre de perdas auditivas e vivem menor parcela de suas vidas com perdas auditivas, quando comparadas aos homens, independentemente da idade. A avaliação da expectativa de vida com perdas auditivas ao nascer e aos 60 anos pode auxiliar na compreensão das necessidades da população, o que permite o melhor planejamento de políticas públicas relacionadas à saúde auditiva dos indivíduos.