Vivências e expectativas dos adolescentes em medida de proteção institucional na Aldeias Infantis SOS de Juiz de Fora – MG na perspectiva do direito a convivência familiar e comunitária

Este artigo apresenta parte de uma pesquisa sobre as vivências e expectativas dos adolescentes na perspectiva da convivência familiar e comunitária. Os dados analisados referem-se às representações dos adolescentes de 13 a 16 anos sobre o serviço de acolhimento na Aldeias Infantis SOS. Em termos met...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Firmino, Adriana Cristina, Barreto, Maria de Lourdes Mattos
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositório:Revista Oikos: Família e Sociedade em Debate (Viçosa. Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.ufv.br:article/3726
Acesso em linha:https://periodicos.ufv.br/oikos/article/view/3726
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Adolescentes
Convivência Familiar
Comunitária
Descrição
Resumo:Este artigo apresenta parte de uma pesquisa sobre as vivências e expectativas dos adolescentes na perspectiva da convivência familiar e comunitária. Os dados analisados referem-se às representações dos adolescentes de 13 a 16 anos sobre o serviço de acolhimento na Aldeias Infantis SOS. Em termos metodológicos, utilizou-se o método clínico piagetiano proposto por Deval, sendo os dados coletados por meio de entrevista clínica e submetidos a análise qualitativa. Os relatos dos adolescentes evocaram não apenas as suas vivências, mas sinalizaram um conjunto de práticas necessárias para que os adolescentes sejam efetivamente considerados como sujeitos de direitos, sendo ouvidos e convidados a participarem ativamente das decisões dos seus destinos. Partindo do pressuposto de que os sonhos e os desejos de viver em família estão relacionados ao direito de voz dos adolescentes, que relataram que o juiz deveria ouvi-los, no sentido de perguntar o que realmente desejam.