“Where” no interrogative in portuguese spoken in Libolo (Angola) – comparisons with data in Capeverdean from St. Nicholas

Nosso objetivo é ratificar a análise parcial sugerida por Andrade (2015a) de que, um conjunto de dados que atestam o “onde” não interrogativo no português falado no Libolo/Angola (PLb) não introduz sentenças relativas, mas sim sentenças com categoria sintático-discursiva. A fim de corroborar...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Zanoli, Maria de Lurdes, Oliveira, Márcia Santos Duarte de, Andrade, Vanderlei Maurer de
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2016
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Filologia e Linguística Portuguesa
Idioma:português
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/116470
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/flp/article/view/116470
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:“Where” no interrogative. Portuguese spoken at Libolo. Capeverdean from St. Nicholas. Highlighter.
“Onde” não interrogativo. Português do Libolo. Caboverdiano de São Nicolau. Highlighter.
Descrição
Resumo:Nosso objetivo é ratificar a análise parcial sugerida por Andrade (2015a) de que, um conjunto de dados que atestam o “onde” não interrogativo no português falado no Libolo/Angola (PLb) não introduz sentenças relativas, mas sim sentenças com categoria sintático-discursiva. A fim de corroborar nossa análise, nós nos apoiamos em alguns estudos sobre o caboverdiano, variedade de São Nicolau (CSN), desenvolvidos dentro do modelo de interface fonológico-sintático. Nossa conclusão é a de que sentenças com “onde” não interrogativo no PLb, e que sempre são seguidos por “é que”, podem estar envolvidas pelo conceito de “highlighter”, um marcador sintático-discursivo. A comparação entre o PLb e o CSN, desenvolvida no trabalho, é feita entre “línguas reestruturadas” (no sentido de Holm, 2004): (i) o PLb, considerada uma língua “parcialmente reestruturada” – ver, entre outros, Figueiredo e Santos (2014); (ii) o CSN, considerada uma língua “completamente reestruturada” – ver, entre outros, Zanoli (2015).