Levantamento dos problemas do dia a dia de um grupo de amputados e dos dispositivos de auxílio que utilizam

A amputação conduz a uma mudança no estilo de vida, limitando o envolvimento em atividades, restringindo a participação social e gerando dificuldades no desempenho funcional; implicando em perda de autonomia e independência para a mobilidade. A inclusão de tecnologia assistiva pode apoiar o envolvim...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Biffi, Rubiani Ferracin, Aramaki, Alberto Luiz, Silva e Dutra, Fabiana Caetano Martins, Garavello, Ivania, Cavalcanti, Alessandra
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/119015
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/119015
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Equipamentos de autoajuda
Amputação/reabilitação
Extremidade inferior
Reabilitação.
Self-help devices
Amputation/rehabilitation
Lower extremity
Rehabilitation.
Descripción
Sumario:A amputação conduz a uma mudança no estilo de vida, limitando o envolvimento em atividades, restringindo a participação social e gerando dificuldades no desempenho funcional; implicando em perda de autonomia e independência para a mobilidade. A inclusão de tecnologia assistiva pode apoiar o envolvimento em atividades e favorecer a manutenção do desempenho ocupacional, oportunizando interação e envolvimento ativo da pessoa amputada em seu contexto. O presente estudo objetiva investigar quais os problemas que um grupo de amputados de membro inferior apresenta no seu cotidiano, e qual tecnologia assistiva eles possuem. Buscou-se também analisar se essa tecnologia auxilia no desempenho funcional dos membros inferiores dos indivíduos participantes da pesquisa. É um estudo de abordagem quantitativa, do tipo observacional transversal. Participaram do estudo 14 sujeitos que apontaram dificuldades de desempenho no cuidado pessoal, na mobilidade pessoal e na independência fora de casa; e relataram ter alguns recursos de tecnologia assistiva (cadeira de rodas, banco ou cadeira de banho, tapete de borracha). Concluiu-se que, na percepção dos usuários, os equipamentos de tecnologia assistiva em uso não suprem as demandas de atividades que desejam ou necessitam se envolver no dia a dia, não auxiliando no desempenho ocupacional.