Sândi vocálico externo em português brasileiro: elisão, ditongação e coalescência
O estudo apresenta resultados experimentais de uma análise fonético-acústica da elisão da vogal baixa /a/ por sândi vocálico externo no português brasileiro (PB) (BISOL, 1992). A pesquisa adotou o protocolo de leitura de sentenças-veículo, conforme descrito em Albano (2001) e Meneses (2016). Partici...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Filologia e Linguística Portuguesa |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/223628 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/flp/article/view/223628 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | External sandhi Coalescence Elision Degemination Diphthogization Sândi vocálico externo Coalescência Elisão Degeminação Ditongação |
| Sumario: | O estudo apresenta resultados experimentais de uma análise fonético-acústica da elisão da vogal baixa /a/ por sândi vocálico externo no português brasileiro (PB) (BISOL, 1992). A pesquisa adotou o protocolo de leitura de sentenças-veículo, conforme descrito em Albano (2001) e Meneses (2016). Participaram do experimento oito falantes nativos do PB. O encontro vocálico foi controlado para manter o contexto favorecedor da elisão: vogal baixa /a/ átona em final de palavra seguida de [i] ou [u] átonos. A estrutura de juntura favorável à elisão resultou em três padrões de produção: elisão, ditongo decrescente e coalescência. O padrão coalescente é inédito sobre o sândi em PB, no qual emerge uma vogal [e] ou [o] das sequências /a##i/ ou /a##u/. Definimos como coalescência casos em que a vogal resultante do sândi apresentava padrão formântico de monotongos com características das vogais médias [e] ou [o]. Além de interpretar os resultados experimentais sobre o sândi vocálico, apresentamos uma análise fonológica que (i) incorpora a coalescência como subprocesso de elisão e (ii) elimina a degeminação como processo de sândi vocálico externo. A proposta revela um sistema de operações fonológicas mais econômicas e mais ajustadas ao que se observa à realidade fonética. |
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