Navegando pelo Rio Javaés:: uma apreciação a dois sobre a toponímia histórica javaé
Resultado de uma parceria entre um professor javaé e uma antropóloga brasileira, o trabalho discute o modo como o Rio Javaés, além de crucial fonte de recursos naturais, é apropriado histórica e simbolicamente pelos Javaé, um povo indígena de pescadores tradicionais, por meio de uma comple...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | Hawò |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.ufg.br:article/63827 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufg.br/hawo/article/view/63827 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Javaé. Toponímia. Natureza -Cultura - Espaço-tempo. Javaé. Toponymy. Nature-culture. Space-time. |
| Sumario: | Resultado de uma parceria entre um professor javaé e uma antropóloga brasileira, o trabalho discute o modo como o Rio Javaés, além de crucial fonte de recursos naturais, é apropriado histórica e simbolicamente pelos Javaé, um povo indígena de pescadores tradicionais, por meio de uma complexa toponímia, cujo conhecimento é transmitido entre as gerações. Os autores analisam as informações históricas, geográficas, cosmológicas e ambientais, entre outras, contidas nesse denso mapeamento nativo, de um trecho do Rio Javaés, entre a aldeia Canoanã e as proximidades da Barra do Rio Verde, mapeamento este que é feito tradicionalmente pelos Javaé ao longo de todo o rio e também pelos Karajá em relação ao Rio Araguaia. O texto questiona premissas de temporalidade e espacialidade associadas à clássica divisão eurocêntrica entre natureza e cultura. |
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