AVALIAR OU NÃO AVALIAR, EIS A QUESTÃO: O ESTADO DA ARTE NAS PESQUISAS SOBRE AVALIATIVIDADE EM AUDIODESCRIÇÃO
RESUMO A Audiodescrição (AD) é, grosso modo, a tradução em palavras das impressões visuais de dado objeto, com o intuito de torná-lo acessível às pessoas com deficiência visual (PcDVs). Consiste não apenas num meio de acessibilidade, mas também numa modalidade de tradução intersemiótica. A literatur...
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| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Trabalhos em Lingüística Aplicada (Online) |
| Idioma: | portugués |
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AVALIAR OU NÃO AVALIAR, EIS A QUESTÃO: O ESTADO DA ARTE NAS PESQUISAS SOBRE AVALIATIVIDADE EM AUDIODESCRIÇÃOtradução audiovisual acessívelaudiodescriçãosistema de avaliatividadeRESUMO A Audiodescrição (AD) é, grosso modo, a tradução em palavras das impressões visuais de dado objeto, com o intuito de torná-lo acessível às pessoas com deficiência visual (PcDVs). Consiste não apenas num meio de acessibilidade, mas também numa modalidade de tradução intersemiótica. A literatura não acadêmica sobre AD tem enfatizado ao longo dos anos a necessidade de o audiodescritor produzir roteiros neutros, de modo a não tirar das PcDVs a independência para formarem seus próprios juízos de valor; todavia, os defensores deste critério falham em defini-lo a contento ou demonstrar como produzir um roteiro de AD neutro. Nesse sentido, pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará vêm realizando pesquisas empíricas com roteiros de AD para verificar a viabilidade teórica e prática da neutralidade, ancorando-se principalmente no arcabouço teórico-metodológico da Linguística Sistêmico-Funcional, e dentro desta, o Sistema de Avaliatividade. O objetivo do presente artigo é apresentar o estado da arte destas pesquisas, relatando o percurso investigativo desde as primeiras pesquisas até o presente.UNICAMP. Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL)2017-08-01info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersiontext/htmlhttp://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-18132017000200005Trabalhos em Linguística Aplicada v.56 n.2 2017reponame:Trabalhos em Lingüística Aplicada (Online)instname:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)instacron:UNICAMP10.1590/010318138649528280001info:eu-repo/semantics/openAccessporPraxedes Filho,Pedro Henrique LimaArraes,Daniel de Albuquerque e2018-02-08T00:00:00Zoai:scielo:S0103-18132017000200005Revistahttps://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tlaPUBhttps://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/oaispublic@iel.unicamp.br2175-764X0103-1813opendoar:2024-01-15T11:28:00.479956Trabalhos em Lingüística Aplicada (Online) - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)false |
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RESUMO A Audiodescrição (AD) é, grosso modo, a tradução em palavras das impressões visuais de dado objeto, com o intuito de torná-lo acessível às pessoas com deficiência visual (PcDVs). Consiste não apenas num meio de acessibilidade, mas também numa modalidade de tradução intersemiótica. A literatura não acadêmica sobre AD tem enfatizado ao longo dos anos a necessidade de o audiodescritor produzir roteiros neutros, de modo a não tirar das PcDVs a independência para formarem seus próprios juízos de valor; todavia, os defensores deste critério falham em defini-lo a contento ou demonstrar como produzir um roteiro de AD neutro. Nesse sentido, pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará vêm realizando pesquisas empíricas com roteiros de AD para verificar a viabilidade teórica e prática da neutralidade, ancorando-se principalmente no arcabouço teórico-metodológico da Linguística Sistêmico-Funcional, e dentro desta, o Sistema de Avaliatividade. O objetivo do presente artigo é apresentar o estado da arte destas pesquisas, relatando o percurso investigativo desde as primeiras pesquisas até o presente. |
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