Indústrias criativas: definição, limites e possibilidades
O termo “indústrias criativas” surgiu nos anos 1990, para designar setores nos quais a criatividade é uma dimensão essencial do negócio. As indústrias criativas compreendem, entre outras, as atividades relacionadas ao cinema, ao teatro, à música e às artes plásticas. Neste artigo introdutório, mostr...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Repositorio: | Revista de Administração de Empresas |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.fgv.br:article/36013 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/36013 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Indústrias criativas indústrias culturais economia da cultura |
| Sumario: | O termo “indústrias criativas” surgiu nos anos 1990, para designar setores nos quais a criatividade é uma dimensão essencial do negócio. As indústrias criativas compreendem, entre outras, as atividades relacionadas ao cinema, ao teatro, à música e às artes plásticas. Neste artigo introdutório, mostramos o surgimento do termo no âmbito de políticas públicas de desenvolvimento econômico, analisamos a literatura científi ca sobre as indústrias criativas e procuramos sistematizar as diferentes defi nições do termo, diferenciando-o de conceitos similares, em especial do conceito de indústrias culturais. Advogamos que o fenômeno pode constituir um campo fecundo de investigações para pesquisadores de Estudos Organizacionais e apontamos trilhas de investigação a serem exploradas. |
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