Schoenberg e o progresso na Filosofia da nova música de Theodor Adorno

O presente trabalho busca investigar o conceito de progresso musical na Filosofia da Nova Música de Theodor Adorno, assim como o papel desempenhado por tal conceito na avaliação estética das obras musicais. Para isso, procura-se explorar os motivos que conduziram Adorno a considerar o modelo composi...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Oliveira, Braulyo Antonio Silva de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/12298
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/12298
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Theodor Adorno
Arnold Schoenberg
Philosophy
Music
Progress
Musical Material
Filosofia
Música
Progresso
Material musical
Schoenberg, Arnold, 1874-1951.
Adorno, Theodor W., 1903-1969.
Filosofia e estética
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
Descripción
Sumario:O presente trabalho busca investigar o conceito de progresso musical na Filosofia da Nova Música de Theodor Adorno, assim como o papel desempenhado por tal conceito na avaliação estética das obras musicais. Para isso, procura-se explorar os motivos que conduziram Adorno a considerar o modelo compositivo que tem o seu representante maior na figura de Schoenberg como um paradigma para o desenvolvimento da arte musical. Partimos, portanto, de alguns textos da década de 1920 e 1930, nos quais Adorno se esforça por estabelecer um conceito produtivo de progresso musical baseado numa definição que se mostrará central para o presente trabalho: material musical. Tendo em vista a importância que esse conceito desempenha na filosofia adorniana somado à sua vagueza conceitual, busca-se encontrar motivos propriamente musicais que o justifique. Na última parte do trabalho, esforça-se por demonstrar como que já na Filosofia da Nova Música o conceito de progresso musical adquire novas camadas e que a simples execução dos procedimentos musicais em seu estado atual é incapaz de dar conta da dialética que se insere na obra de arte.