A Relação entre a Pobreza e o Desenvolvimento Afetivo e Cognitivo de Crianças na Primeira Infância

Considerando que a primeira infância, período compreendido entre o nascimento e os 6 anos de idade, é primordial para o desenvolvimento infantil e afeta toda a vida do indivíduo, este estudo teve como objetivo analisar as relações entre a pobreza e o desenvolvimento da afetividade e da cognição, des...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Carvalho, Paula Santana
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-09082024-130722
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-09082024-130722/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Affective development
Cognitive development
Desenvolvimento afetivo
Desenvolvimento cognitivo
Early childhood
Pobreza
Poverty
Primeira infância
Descripción
Sumario:Considerando que a primeira infância, período compreendido entre o nascimento e os 6 anos de idade, é primordial para o desenvolvimento infantil e afeta toda a vida do indivíduo, este estudo teve como objetivo analisar as relações entre a pobreza e o desenvolvimento da afetividade e da cognição, dessas crianças. Foram realizados dois estudos: o primeiro levantou, a partir de uma revisão sistemática, fatores de risco para o desenvolvimento infantil e o segundo buscou a relação da pobreza ao desenvolvimento afetivo e cognitivo de crianças na primeira infância. Encontrou-se como principais fatores de risco o abuso emocional, negligência, relação parental, institucionalização, maus-tratos, estresse, pobreza e falta de escolaridade própria e dos cuidadores principais. Aa pesquisa empírica do segundo estudo contou com 52 crianças, entre 4 e 5 anos, e seus responsáveis. Foram utilizados o Questionário Sociodemográfico e Teste de Triagem de Desenvolvimento de Denver (TTDD) com os responsáveis e, com as crianças, também houve a utilização do TTDD, além da MacArthur Story Stem Battery e da Tarefa de Empatia Situacional de Decety. Não foi possível comprovar diferença estatisticamente considerável entre crianças que se enquadram no critério de pobreza e crianças que não se enquadram. Para ambos os estudos há discussões sobre os resultados encontrados e sugestões de aprimoramento.