Ofício de educar em abrigo institucional : diálogos com trabalhadores-educadores
O presente estudo compreende uma pesquisa que investigou o trabalho de educador de abrigo institucional. Este estabelecimento destinado a crianças e adolescentes com Medida de Proteção encontra-se vinculado à Alta Complexidade da Política Nacional de Assistência Social (PNAS), a qual vem estruturand...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/141504 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/141504 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Criança institucionalizada Adolescente Abrigos Trabalhadores Psicologia social Social work Activity Shelter Child Adolescent |
| Sumario: | O presente estudo compreende uma pesquisa que investigou o trabalho de educador de abrigo institucional. Este estabelecimento destinado a crianças e adolescentes com Medida de Proteção encontra-se vinculado à Alta Complexidade da Política Nacional de Assistência Social (PNAS), a qual vem estruturando ações e serviços para os cidadãos que dela necessitam. Nesse sentido, afirmando a Assistência Social enquanto campo de trabalho, problematizamos as configurações do capitalismo contemporâneo, engendrando os modos de trabalhar e de subjetivar neste contexto, bem como recorremos a duas abordagens das denominadas Clínicas do Trabalho, Ergologia e Clínica da Atividade, de modo a subsidiar as análises do trabalho na Assistência Social enquanto atividade. Utilizando diferentes pistas da estratégia cartográfica de pesquisa, a qual possibilita acompanhar processos, foi possível estar na situação de trabalho com os trabalhadores realizando encontros coletivos pelos quais buscamos tangenciar a experiência de dizer o trabalho. Com isso, foram produzidos diálogos, portadores de expressão e conteúdo, na condição de analisadores da atividade de trabalho. O trabalho implica uma gestão dos afetos que são engendrados nas relações com os acolhidos e demais trabalhadores a qual nenhuma dimensão prescritiva é capaz de antecipar. Face ao vazio de normativas acerca dos modos operatórios do trabalho de educar, o coletivo de trabalho configura-se enquanto um recurso para o enfrentamento das provações do real do trabalho o qual comporta um drama a ser vivido entre o controle e a produção de vida. A partir desse estudo, apontamos para a necessidade de catalisar intervenções que convoquem o trabalhador-educador na função de analista dos movimentos processuais de seu trabalho enquanto atividade, cultivando o ofício e produzindo trans-formações no e pelo trabalho, o qual implica diretamente a relação com as crianças e adolescentes em acolhimento institucional. |
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