Uma proposta de tradução comentada para o espanhol de duas cartas do livro Cartas a Spinoza, de Nise da Silveira
O presente trabalho teve como objetivo fazer uma tradução comentada para o espanhol de duas cartas do livro Cartas a Spinoza, da Nise da Silveira, uma médica psiquiatra e escritora brasileira conhecida por seu trabalho pioneiro na reforma psiquiátrica e na humanização do tratamento de pessoas com do...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-14032025-160847 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8165/tde-14032025-160847/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Commented translation Epistolary genre Feminist translation Gênero epistolar Nise da Silveira Tradução comentada Tradução feminista |
| Sumario: | O presente trabalho teve como objetivo fazer uma tradução comentada para o espanhol de duas cartas do livro Cartas a Spinoza, da Nise da Silveira, uma médica psiquiatra e escritora brasileira conhecida por seu trabalho pioneiro na reforma psiquiátrica e na humanização do tratamento de pessoas com doenças mentais. A escolha do livro se deu em função do conteúdo autobiográfico que as cartas apresentam, trazendo elementos para a compreensão do pensamento da autora e servindo como meio de apresentá-la ao público hispanofalante. A proposta do trabalho aborda, em um primeiro momento, o conceito de carta como uma forma de revelação das reflexões íntimas e filosóficas da autora e ressaltando que, dentro do seu conteúdo existe uma convergência com teorias feministas e da decolonialidade, além de refletir sobre a atividade terapêutica da autora e as semelhanças com a tradução. Em um segundo momento, o trabalho aporta teorias da tradução, como aquelas que contemplam a patronagem e reescrita (Lefevere, 2007) e as teorias feministas da tradução (Flotow, 1997; Simon, 1996), de modo que fossem evidenciados os mecanismos ideológicos que conduzem à escolha de autores a serem traduzidos, e também à invisibilização da autora objeto desta pesquisa. Além disso, são citadas teóricas que propõem estratégias para subverter fluxos de tradução (Castro; Spoturno, 2020) de maneira a colocar o ato de traduzir como uma ação consciente que busca visibilizar autoras e tradutoras. Finalmente, a pesquisa teve como resultado comentários de tradução confeccionados em formato epistolar, em diálogo com as próprias cartas, nos quais se reflete sobre o processo tradutório, questões linguísticas, expressões culturais e sobre a filosofia pessoal e prática terapêutica da autora |
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