Diferentes estratégias de hidratação são capazes de promover aceleração autonômica durante a recuperação em indivíduos coronariopatas submetidos a exercício aeróbio? Ensaio clínico cross-over
Introdução: A ingestão de água de maneira controlada combinada com a prática de exercício físico é capaz de acelerar a recuperação autonômica de coronariopatas, porém ainda é desconhecido se outros métodos de ingestão de água promovem efeitos similares. Objetivos: Investigar se diferentes estratégia...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/237043 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/237043 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Recuperação Sistema nervoso autônomo Doença das coronárias Reabilitação cardíaca Soluções para reidratação Recovery Autonomic nervous system Coronary disease Cardiac rehabilitation Rehydration solutions |
| Sumario: | Introdução: A ingestão de água de maneira controlada combinada com a prática de exercício físico é capaz de acelerar a recuperação autonômica de coronariopatas, porém ainda é desconhecido se outros métodos de ingestão de água promovem efeitos similares. Objetivos: Investigar se diferentes estratégias de hidratação promovem aceleração da recuperação autonômica de indivíduos coronariopatas submetidos a exercício aeróbio, por meio da análise da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC). Métodos: 14 homens, participantes de programas de reabilitação cardíaca (RC) com diagnóstico principal de coronariopatia isquêmica e função ventricular esquerda preservada foram avaliados. Todos os voluntários realizaram as seguintes etapas: Teste de esforço máximo; Protocolo controle (PC); hidratação controlada (PHC); hidratação ad libitum (PHAL), todas realizadas em esteira ergométrica. Os protocolos consistem na realização de exercício aeróbio similar a uma sessão de RC, a diferença entre eles é que no PC não houve ingestão de água, no PHC a água foi ingerida com quantidade determinada pela perda hídrica no PC, enquanto no PHAL o indivíduo ingeriu de acordo com a vontade. A ordem de realização do PHC e PHAL foi randomizada. Durante os protocolos a frequência cardíaca (FC) foi registrada batimento a batimento para posterior análise da VFC, por meio dos índices lineares (RMSSD, SDNN, LF, HF e LF/HF) e geométricos (RRTri, TINN, SD1, SD2 e SD1/SD2). Resultados: Os resultados obtidos apontam que a ingestão de água ad libitum e controlada foram capazes de antecipar o retorno da atividade parassimpática, identificado pelos índices RMSSD, HF, e SD1 e da atividade global por meio da relação SD1/SD2. Conclusão: Ambos os métodos (ad libitum e controlada) são eficientes para acelerar a modulação autonômica após exercício e são indicados para serem realizadas as reposições de líquidos. Assim como os métodos lineares, a utilização de métodos geométricos de análise da VFC são ferramentas sensíveis para identificar alterações na modulação autonômica. |
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