Desenvolvimento de consciência fonológica em PLA/PLE: análise de material didático e propostas de atividades em tarefas integradas

Na aquisição de uma língua estrangeira, um dos aspectos funda­mentais é o desenvolvimento da consciência fonológica do apren­diz, ou seja, é preciso desenvolver a sua capacidade de ‘refletir’ e ‘manipular’ os sons da língua (ALVES, 2012). Nesse sentido, o presente estudo propõe-se a analisar um livr...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Telles, Luciana Pilatti, Brisolara, Luciene Bassols
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/8023
Acceso en línea:http://repositorio.furg.br/handle/1/8023
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Português Língua Adicional/Estrangeira
Consciência Fonológica
Abordagem Orientada para a Ação
Desenvolvimento de Materiais
Descripción
Sumario:Na aquisição de uma língua estrangeira, um dos aspectos funda­mentais é o desenvolvimento da consciência fonológica do apren­diz, ou seja, é preciso desenvolver a sua capacidade de ‘refletir’ e ‘manipular’ os sons da língua (ALVES, 2012). Nesse sentido, o presente estudo propõe-se a analisar um livro didático de português como língua adicional/estrangeira (PLA/PLE), a fim de (1) verificar as oportunidades de desenvolvimento de consciência fonológica no manual e (2) propor atividades de desenvolvimento de consciência fonológica em tarefas integradas. Essas tarefas foram planejadas com o escopo de auxiliar o aprendiz na compreensão do funciona­mento da língua e da cultura em aquisição, bem como dos processos variáveis do português do Brasil. A análise do manual é feita com base em ALVES (2012), ALLEGRO (2014), JANOWSKA (2014), TORRESAN (2010), PUREN (2014) e CALABRÒ (2015). Os re­sultados obtidos permitem-nos concluir que, apesar das oportuni­dades de elicitação de aspectos fonético-fonológicos que o manual oferece, essas oportunidades estão bastante circunscritas à discrimi­nação auditiva e ao treino de pronúncia, não havendo espaço para discussão de variação fonológica no português falado no Brasil nem propostas de atividades que ajudem o estudante a refletir sobre pa­drões fonológicos que caracterizam o português brasileiro.