Avaliação da resistência à tração e módulo de elasticidade após reparo ósseo de enxertos de osso bovino e polímero de mamona

Devido à limitada capacidade regenerativa, a reparação insuficiente do alvéolo dentário tem representado grande desafio à técnica de implantes osseointegrados, passando a exigir a utilização de enxertos. Este trabalho avaliou um novo biomaterial para enxerto, visando calcular a resistência à tração...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Insaurralde, Elizeu
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufms.br:123456789/337
Acceso en línea:https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/337
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Materiais Biocompatíveis
Osso e Ossos
Ricinus communis
Descripción
Sumario:Devido à limitada capacidade regenerativa, a reparação insuficiente do alvéolo dentário tem representado grande desafio à técnica de implantes osseointegrados, passando a exigir a utilização de enxertos. Este trabalho avaliou um novo biomaterial para enxerto, visando calcular a resistência à tração e o módulo de elasticidade do osso neoformado após o tempo de reparação. Foram testados dois biomateriais: osso bovino inorgânico medular (Gen-oxÒ), Baumer S.A. Mogi Mirin, SP) e o polímero de mamona (Poliquil Araraquara Produtos Quimicos Ltda, Araraquara, SP) e utilizados 40 ratos albinos tipo Wistar (Ratus norvegicus), machos e adultos, pesando entre 250 a 300g, divididos em 4 grupos (n=10) (G1,G2,G3,G4). Os grupos controle G1 e G2, não receberam nenhum enxerto. Nos grupos G3 e G4 foram criados defeitos não críticos de 3mm utilizando broca tipo trefina na região da calvária; o grupo G3 recebeu o osso bovino e o grupo G4 recebeu o polímero de mamona. Decorridos seis meses, após eutanásia, foram colhidos os espécimes para testes de tração utilizando máquina Universal Vitrodyne, modelo V1000 (Liveco Inc., Burlington, VT). Para comparação dos resultados entre os grupos, relativo à resistência a tração e módulo de elasticidade, foram utilizados teste não-paramétrico Kruskal-Wallis, seguido pelo pós-teste Student-Newman-Keuls. Para análise estatística utilizando-se o Software SigmaStat, versão 2.0, considerando diferenças significativas quando o valor de “p” foi menor que 0,05.O osso derivado do enxerto com o polímero de mamona mostrou-se significativamente mais resistente à tração quando comparado ao grupo Gen-oxÒ e em relação ao módulo de elasticidade, os grupos apresentaram resultados semelhantes.