Depressão e ansiedade em crianças e adolescentes institucionalizados na cidade de Aracaju / Depression and anxiety in institutionalized children and adolescents in the city of Aracaju
Crianças e adolescentes institucionalizados frequentemente apresentam algum tipo de sofrimento psíquico. Além disso, é comum que possuam histórico de adversidades, tais como violência, negligência, mendicância e abuso de substâncias por parte de seus pais. O presente estudo tem como objetivo analisa...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/32674 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/32674 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | depressão ansiedade crianças adolescentes institucionalizados. |
| Sumario: | Crianças e adolescentes institucionalizados frequentemente apresentam algum tipo de sofrimento psíquico. Além disso, é comum que possuam histórico de adversidades, tais como violência, negligência, mendicância e abuso de substâncias por parte de seus pais. O presente estudo tem como objetivo analisar a prevalência de transtornos ansiosos e depressivos em crianças e adolescentes institucionalizados na cidade de Aracaju, bem como relacioná-los a repercussões escolares e às possíveis adversidades vivenciadas. Este é um estudo descritivo e qualiquantitativo realizado em quatro Casas Lares de Aracaju, com uma amostra de 19 jovens, dos 7 aos 16 anos, e quatro cuidadoras, que responderam sobre os menores. Dois questionários foram aplicados: a Escala para Transtornos Relacionados à Ansiedade Infantil (SCARED) e o Questionário de Depressão Infantil (CDI), adaptados à linguagem da população estudada. Para fins desta pesquisa, os participantes foram questionados sobre seus históricos de abusos na infância. Realizou-se também um grupo focal com sete desses adolescentes, de idades entre 7 e 16 anos, no qual foram abordados temas relacionados à vivência nas casas lares. Segundo resultados apontados pelos jovens, detectou-se ansiedade social em 57,9% dos participantes; ansiedade de separação em 63,1%; transtorno do pânico em 73,7%; transtorno de ansiedade generalizada em 36,8% e depressão em 47,7%. Estes números foram incompatíveis com os apresentados pelas cuidadoras, evidenciando possível falta de atenção por parte dessas. Além disso, foi observado que a maioria dos menores participantes desta pesquisa sofreram adversidades anteriormente ao ingresso nas instituições, sugerindo conexões entre abuso, institucionalização e sofrimento psíquico. |
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