| Sumario: | Resumo: O presente estudo tem como base a observação do número crescente de casos no que tange o Transtorno do Espectro Autista (TEA) na contemporaneidade. Tendo em vista a pluralidade dos arranjos familiares bem como a especificidade do diagnóstico, além da rotina das famílias que é o ponto central do olhar psicossocial. Desta feita, em consonância com tal perspectiva observa-se um amplo campo de pesquisa, através da análise de dos desdobramentos na subjetividade do indivíduo diante das atitudes dos membros do sistema familiar, de maneira nutritiva ou estressora, pois, entende-se ser de vital importância na construção da identidade do infante em sua interação com o mundo. Será relatado acerca dos encargos pelos quais a família se depara para coexistir no mesmo espaço com a criança portadora de TEA ou autismo e sua resiliência em face às adversidades psicossociais. Serão relatadas, também, as peculiaridades do TEA dentro do campo da Psicologia, enfatizando a importância desta para subsidiar outros profissionais bem como a família dessas crianças que desenvolvem tal transtorno, devendo ser impulsionada a se adequar às necessidades procedentes. Além disso, buscou-se identificar as características dos impactos de tormentos psicológicos e as perspectivas futuras destas famílias e de como elas se reconhecem neste contexto. Analisaram-se os reflexos do mundo exterior no interior dos indivíduos e os métodos usados pela família que pode corroborar relações positivas ou negativas no seu cotidiano, sendo de cabal e vital importância na edificação da identidade da criança e o mundo em que se encontra inserida. Acredita-se que o uso do interacionismo simbólico da família e familiares possam subsidiar à capacidade e/ou habilidade para o entendimento dessa questão de acordo com suas praxes e diagnoses.
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