Individual death and collective life in Spinoza

São três as questões básicas às quais se dedica este artigo. Primeiramente, perguntamos: Por que seria a liberdade de pensamento e expressão uma condição necessária à paz social? As respostas que nos provê Spinoza nos ajudarão a compreender o grave erro político que é condenar ao exílio, à prisão ou...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Merçon, Juliana
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Cadernos Espinosanos (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/89417
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/espinosanos/article/view/89417
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Morte
Conatus
Indivíduo
Coletividade
Spinoza
Death
Individual
Collectivity
Descripción
Sumario:São três as questões básicas às quais se dedica este artigo. Primeiramente, perguntamos: Por que seria a liberdade de pensamento e expressão uma condição necessária à paz social? As respostas que nos provê Spinoza nos ajudarão a compreender o grave erro político que é condenar ao exílio, à prisão ou à morte aqueles cujo pensamento confronta o regime estabelecido. Entre os raros casos de indivíduos que mantêm sua honestidade quando esta lhes impõe o risco da morte, destacamos o de Sócrates. As supostas palavras deste filósofo legendário nos levarão a uma segunda discussão: Pode a razão determinar a honestidade mesmo quando esta implica a morte do próprio indivíduo? Não estaria a razão opondo-se assim ao próprio conatus? Por fim, das considerações sobre o vínculo entre indivíduo e coletividade, ética e política, surgirá a questão: Como se relacionam amor próprio, amor aos outros e amor à Natureza?