A valorização da terra ou extração de riquezas: o discurso sobre o Brasil na primeira metade do século XVII
A partir da análise das obras de Diogo de Campos Moreno, Ambrósio Fernandes Brandão (provável autor dos Diálogos das Grandezas do Brasil) e Frei Vicentedo Salvador e de outras fontes, o artigo procura captar a percepção da época, primeiras décadas do século XVII, sobre a dinâmica colonial e caracter...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | España |
| Recursos: | Universidad de Sevilla (US) |
| Repositorio: | idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla |
| OAI Identifier: | oai:idus.us.es:11441/150726 |
| Acesso em linha: | https://hdl.handle.net/11441/150726 https://doi.org/10.12795/Temas-Americanistas.2021.i47.05 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Brasil Proprietários Rurais Mercadores Propietarios Rurales Mercaderes |
| Resumo: | A partir da análise das obras de Diogo de Campos Moreno, Ambrósio Fernandes Brandão (provável autor dos Diálogos das Grandezas do Brasil) e Frei Vicentedo Salvador e de outras fontes, o artigo procura captar a percepção da época, primeiras décadas do século XVII, sobre a dinâmica colonial e caracterizar uma primeira tomada de consciência, expressa na contraposição entre a valorização da terra ou na defesa do Brasil, por um lado, e na ambição de extrair riquezas a serem usufruídas em Portugal, por outro. Tais comportamentos que com o tempo seriam associados, com mais ou menos razão, aos proprietários rurais e aos mercadores reinóis, acabariam conformando, nas palavras de Evaldo Cabral de Mello, o antagonismo fundamental da sociedade colonial. |
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