Da Samarco em Mariana à Vale em Brumadinho: desastres em barragens de mineração e Saúde Coletiva

Brumadinho, Minas Gerais. Sexta feira, 25 de janeiro de 2019, 12h 28min 25s rompe a barragem de rejeitos (B1) da mina Córrego do Feijão, da mineradora Vale S.A. Imediatamente após, o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, declarava "o dano ambiental será muito menor que o de Mariana, mas a t...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Freitas, Carlos Machado, Silva, Mariano Andrade da, Barcellos, Christovam, Asmus, Carmen Ildes Rodrigues Fróes, Xavier, Diego Ricardo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/40393
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/40393
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Desastres
Descripción
Sumario:Brumadinho, Minas Gerais. Sexta feira, 25 de janeiro de 2019, 12h 28min 25s rompe a barragem de rejeitos (B1) da mina Córrego do Feijão, da mineradora Vale S.A. Imediatamente após, o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, declarava "o dano ambiental será muito menor que o de Mariana, mas a tragédia humana deverá ser maior" 1. No primeiro dia já se sabia que 13 milhões de m3 de rejeitos da mineração haviam sido lançados no meio ambiente. Após um mês de buscas, o número de óbitos ultrapassa 300, com 179 corpos localizados e 131 pessoas desaparecidas. Nesse caso específico, o termo "desaparecidos" pode representar também a tentativa de diminuir a magnitude do evento, já que não há esperança de encontrar esses indivíduos vivos decorrido mais de um mês do evento.