Food consumption of Brumadinho Health Project participants

Objetivo: Analisar o consumo alimentar de residentes de Brumadinho, Minas Gerais, Brasil, segundo as características sociodemográficas da vizinhança e a área de residência. Métodos: Estudo transversal com dados da linha de base do Projeto Saúde Brumadinho, conduzido com 2.805 indivíduos adultos. Os...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Nascimento-Souza, Mary Anne, Freitas, Patrícia Pinheiro de, Lopes, Mariana Souza, Firmo, Josélia Oliveira Araújo, Peixoto, Sérgio William Viana, Lopes, Aline Cristine Souza
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/56297
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/56297
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Desastres
Consumo alimentar
Comportamento alimentar
Hábitos alimentares
Epidemiologia descritiva
Disasters
Food consumption
Eating behavior
Eating habits
Descriptive epidemiology
02 Fome zero e agricultura sustentável
Descripción
Sumario:Objetivo: Analisar o consumo alimentar de residentes de Brumadinho, Minas Gerais, Brasil, segundo as características sociodemográficas da vizinhança e a área de residência. Métodos: Estudo transversal com dados da linha de base do Projeto Saúde Brumadinho, conduzido com 2.805 indivíduos adultos. Os marcadores de alimentação saudável analisados foram frutas e hortaliças (FH), feijão e peixe; os não saudáveis foram doces e refrigerante/suco artificial, leite com teor integral de gordura e carne vermelha com gordura visível/frango com pele. Prevalências e intervalos de confiança de 95% foram calculados para a amostra total, segundo características sociodemográficas; presença de estabelecimentos comerciais de FH na vizinhança e área de residência, segundo rompimento da barragem. Resultados: Entre os marcadores de alimentação saudável, o mais prevalente foi o feijão (81,6%) e, entre os não saudáveis, leite com teor integral de gordura (68,8%) e carne vermelha com gordura visível/frango com pele (61,1%). Mulheres apresentaram maior consumo de FH, e homens, de feijão e peixe, sendo maiores as prevalências desses marcadores entre os indivíduos com maior escolaridade e renda. Os marcadores de alimentação não saudável foram mais prevalentes entre os homens, os mais jovens, indivíduos com menor escolaridade e renda e residentes em área diretamente atingida pelo rompimento da barragem ou região de mineração. Conclusão: Menos da metade dos participantes apresentou consumo regular ou recomendado de marcadores de alimentação saudável, exceto o feijão. Características individuais e área de residência foram associadas ao consumo alimentar dos indivíduos, devendo ser consideradas nas ações de promoção da alimentação adequada e saudável.