Memórias de Chateaubriand no Brasil

François-René de Chateaubriand publicou Atala em 1801, obtendo rápido sucesso na França e nos lugares onde foi traduzido e lido. Seu impacto em autores brasileiros, como Teixeira e Sousa, Gonçalves de Magalhães, José de Alencar ou Machado de Assis, pode ser constatado, ao se analisar o modo como o I...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Zilberman, Regina
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/188094
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/188094
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Chateaubriand, François Auguste René, Vicomte de, 1768-1848. Atala
Assis, Machado de, 1839-1908. Memórias póstumas de Brás Cubas
Literatura brasileira
Atala
Chateaubriand
Teixeira e Sousa
The posthumous memoirs of Brás Cubas
Descripción
Sumario:François-René de Chateaubriand publicou Atala em 1801, obtendo rápido sucesso na França e nos lugares onde foi traduzido e lido. Seu impacto em autores brasileiros, como Teixeira e Sousa, Gonçalves de Magalhães, José de Alencar ou Machado de Assis, pode ser constatado, ao se analisar o modo como o Indianismo passa a ser praticado pelos românticos nacionais. Também nas Memórias póstumas de Brás Cubas Machado de Assis dialoga com a obra de Chateaubriand, embora a referência apareça de modo sutil e truncado. O trânsito de Chateaubriand pela literatura brasileira ao longo do século XIX faculta a reflexão sobre a circulação de ideias e poéticas, considerando a oscilação entre endosso e negação, certificação e apagamento.