A escrita de narrativas do jogo Escape Room como estratégia didática para o ensino de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental: Anos Finais
Esta dissertação apresenta a pesquisa desenvolvida a partir de uma sequência didática que se utiliza do jogo \"Escape Room\" com uma turma de oitavo ano do Ensino Fundamental em uma escola pública da rede municipal de São Paulo. A proposta, elaborada de acordo com a perspectiva bakhtiniana...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2020 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repository: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-14072020-210431 |
| Online Access: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8162/tde-14072020-210431/ |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Ensino de Língua Portuguesa Escape Room Fundamental II Games Jogos Middle School Narrativa Narrative Teaching Portuguese Language |
| Summary: | Esta dissertação apresenta a pesquisa desenvolvida a partir de uma sequência didática que se utiliza do jogo \"Escape Room\" com uma turma de oitavo ano do Ensino Fundamental em uma escola pública da rede municipal de São Paulo. A proposta, elaborada de acordo com a perspectiva bakhtiniana de gênero do discurso, objetivou a escrita de textos do tipo narrativo, parte constituinte do jogo. A análise das produções textuais resultantes evidencia a falta de conhecimento de recursos coesivos na escrita, que é o foco do trabalho do professor nas aulas de língua portuguesa. Como procedimento metodológico opta-se pela pesquisa-ação, a partir das ideias de Thiollent (1986). Além disso, apresentam-se as contribuições teóricas sobre os gêneros do discurso de Voloshinov (2018) e Bakhtin (2016), os pressupostos teóricos sobre a leitura e letramentos de Petit (2008), Colomer (2007), Dussel (2009), Rezende (2018), Butlen (2015), Rojo (2005) e Bazerman (2011); a definição de jogos, games e gamificação pelas pesquisas de Huizinga (2000), Santaella et al. (2018), Salen e Zimmerman (2012), Nicholson (2015), Kaap (2012) e Jull (2019) e o estudo da estrutura da narrativa de Gancho (2002) e Adam (1997). |
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